A vida útil do fim do mundo
Ninguém nunca percebeu a fatalidade que já é viver assim, por si só. Já basta o peso do medo, a âncora da insegurança presa nos calcanhares. Ancorado no inferno, resta observar de pé e com todo espanto possível as coisas …
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Ninguém nunca percebeu a fatalidade que já é viver assim, por si só. Já basta o peso do medo, a âncora da insegurança presa nos calcanhares. Ancorado no inferno, resta observar de pé e com todo espanto possível as coisas explodirem, estilhaçarem confetes e serpentinas em nome do prazer. Mas continuam as desculpas extravagantes pra dissimular os atos, as correrias: fa¬zer tudo que se pretende fazer até o fim da vida, será? Mas o fim é na próxima esquina, é já, é no próximo bloco. E ninguém fez
Margaret's verdict
"Ninguém nunca percebeu a fatalidade que já é viver assim, por si só. Já basta o peso do medo, a âncora da insegurança presa nos calcanhares. Ancorado no inferno, resta …"
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