No corpo e na alma
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Sobre este livro
Em 1968, Derlei faz parte do DCE da Universidade Federal de Santa Catarina. Após o decreto do AI-5, deixa Florianópolis, cai na clandestinidade e vai trabalhar como operária numa fábrica em Curitiba. Presa pela Operação Bandeirante, conhece os porões do DOPS.
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