Obs(cena)s
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Sobre este livro
" (...) Ao fazer uso de uma linguagem que prima pela ausência de pudores, a escritora dramatiza uma reversão de valores frequentemente atribuída ao mundo moderno globalizado: o sexo transborda, perversões abundam, e a sentimentalidade do amor se mostra obscena. Décadas atrás, Roland Barthes, em um dos verbetes dos Fragmentos de um discurso amoroso, definiu-o como obsceno, como um discurso de extrema solidão, cortado dos mecanismos de poder e menosprezado pelas linguagens existentes. No mundo m
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