Filósofo Suicida
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Sobre este livro
Quando conheci Lars Justino, o sujeito tinha pontinhas brancas nos cabelos e uns fiapos quase invisíveis delatando a loucura em sua pobre alma nada sonhadora. De fato, era uma figura bem típica dos covis de malucos e covardes e mais malucos. Porém, não era um covarde, nem maluco (tudo bem, um pouquinho), pouco corajoso, mas bravo igual leão. Não contei a parte mais estranha: era imortal. Lars tinha vivido muitos séculos, andado por muitas terras, conhecido gente mais estranha, e falava todas as
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