As camélias do Leblon
por
Eduardo Silva
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UM QUILOMBO NO QUE É HOJE A ZONA SUL DO RIO, uma princesa (Isabel) que acolhia escravos fugidos no seu palácio e uma flor que servia de símbolo de um movimento subversivo:O historiador junta as peças do quebra cabeça e reconstitui um episódio esquecido do Império. A crise final da escravidão, no Brasil, deu lugar ao aparecimento de um modelo novo de resistência, o que podemos chamar quilombo abolicionista. No modelo tradicional de resistência à escravidão, o quilombo rompimento, a tendência domi
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