As mulheres que ninguém vê: histórias de criminalização do aborto
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"Existe uma dor latente em 'As Mulheres que Ninguém Vê'. Uma dor que só se aprofunda quanto mais se lê. 28 anos e cinco filhos. Casada desde os 16 anos. O primeiro filho, aos 17. O segundo, aos 18. O terceiro, aos 20. O quarto, aos 22. O quinto, aos 25. Carmim, assim, era criminosa ardilosa. Não só ela, mas Rosa, Líria e Margarida. É tão duro quanto necessário conhecer as histórias dessas mulheres. Porque existe um tribunal em curso. E ele não só é injusto como desumano.Perseguir a humanidad
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