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Cover of As mulheres que ninguém vê: histórias de criminalização do aborto

As mulheres que ninguém vê: histórias de criminalização do aborto

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Sobre este livro

"Existe uma dor latente em 'As Mulheres que Ninguém Vê'. Uma dor que só se aprofunda quanto mais se lê. “28 anos e cinco filhos. Casada desde os 16 anos.” O primeiro filho, aos 17. O segundo, aos 18. O terceiro, aos 20. O quarto, aos 22. O quinto, aos 25. “Carmim, assim, era criminosa ardilosa.” Não só ela, mas Rosa, Líria e Margarida. É tão duro quanto necessário conhecer as histórias dessas mulheres. Porque existe um tribunal em curso. E ele não só é injusto como desumano.Perseguir a humanidad

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Páginas 88
Idioma PT
Fonte Skoob

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