Pizzolato: Não Existe Plano Infalível
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Sobre este livro
Henrique Pizzolato pensou em simular a própria morte. Até testamento fez. Mas, para viver livre, decidiu assumir a identidade de um morto. Condenado a 12 anos e sete meses de prisão pelo mensalão, o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil protagonizou uma verdadeira epopeia para chegar à Itália, onde planejava viver à beira-mar. Ele deu início ao seu insólito plano em 2007, tão logo sentou-se no banco dos réus do Supremo Tribunal Federal. Passou a confeccionar documentos em nome do irmão Cels
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