Deriva
por
Adriana Lisboa
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Inúmeras são as entradas e saídas pelas veias (vias, vaus, vagas) abertas deste conjunto de poemas de Adriana Lisboa. Uma travessia em que se podem nomear (como sugere a epígrafe de Rosalba Campra) sizígias e eclipses e marés que deixam a descoberto velhos naufrágios. Uma odisseia às avessas, já que os grandes acontecimentos em Deriva, em contraste com os de Homero, podem ser mínimos, magros, de carnadura digamos plebeian size. A voz que salta é uma cicatriz no espelho embaçado da escotilha,
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