O outro, o mesmo
Avalie este livro:
Sobre este livro
Nesta compilação retomada em 1974 como conjunto definitivo dos principais poemas de Jorge Luis Borges (1899-1986), tem-se a demonstração evidente de como o poeta disputava, com todo o direito, seu lugar diante do Borges narrador e do ensaísta, que deram antes fama internacional ao autor.A imagem do rio inesgotável que passa e permanece, refletindo um "Heráclito inconstante", sempre outro e o mesmo, está talvez na raiz desta coletânea. Os motivos do duplo, do tempo e da alteridade são constantes
Detalhes
Resenhas da Comunidade
Compartilhe sua opinião
Nenhuma resenha ainda. O silêncio é ensurdecedor. Seja protagonista e escreva a primeira.