Nenhum mistério
por
Avalie este livro:
Sobre este livro
"Tempo agora perdido/ (todo tempo se perde)/ vivo só nos vestígios", escreve Paulo Henriques Britto no segundo poema que compõe Nenhum mistério. Depois de um intervalo de seis anos desde o lançamento de Formas do nada, em 2012, o poeta põe à prova os limites das estruturas clássicas e retoma sua lírica brilhante e mordaz, marcada por uma forte descrença no sublime e no sentido.Conforme Britto anuncia, trata-se de uma "cruel lição", sem planos para o futuro, conclusões práticas ou teorias extrava
Detalhes
Resenhas da Comunidade
Compartilhe sua opinião
Nenhuma resenha ainda. O silêncio é ensurdecedor. Seja protagonista e escreva a primeira.