as aventuras do marujo verde
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"A chuva já diminuíra, mas o barco continuava afundando. Com pouco mais, a água alcançou meus pés. Olhei para o céu, para o mar, e abri minhas asas. Era preciso voar, jáque nadar eu nunca aprendera. Não sabia em que direção, mas era preciso voar... De repente, como por um milagre, pois não o vira anteriormente, avistei um rochedo a pouca distância. Decidi: é para ali que voarei. O mastro imergiu e eu alcei voo." Foi assim, com um naufrágio, que começaram as incríveis aventuras de Alberto Pena, o
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