Ana em Veneza
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Veneza, verão de 1890. Três pessoas se encontram: Júlia, mãe de Heinrich e Thomas Mann, que passa férias com a família de Lübeck; a escrava negra Ana, antiga ama de Júlia; e o compositor brasileiro Alberto Nepomuceno. Eles falam sobre os seus passados, tão diferentes, sobre exílio, nacionalismo e terra natal, sobre identificação e identidade culturais, sobre a crise e os dilemas do fin-de-siècle. É uma ficção literária consciente, uma espécie de parábola, que aponta para a então nova crise de i
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