O sujeito na tela
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Entre os anos 1970 e 1985, o pensamento crítico a respeito do cinema empenhou-se na construção de uma teoria geral da subjetividade, conhecida mais genericamente como a teoria da enunciação cinematográfica. Nesse período, o processo de recepção do filme e o modo como a posição, a subjetividade e os afetos do espectador são trabalhados ou ¨programados¨ no cinema merecem uma atenção concentrada da crítica. O aparato tecnológico do cinema bem como a modelação do imaginário forjada por seus produtos
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