Nenhuma ilha é uma ilha
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Nas margens do trabalho intelectual, o pesquisador volta e meia topa com detalhes, sinaisou achados que provêm mais do "acaso que da curiosidade deliberada", como se lê na introdução de "Nenhuma Ilha é uma Ilha". Muitas vezes relegados ao segundo plano e até desprezados em favor dos temas consagrados, nas mãos de Carlo Ginzburg esses elementos "menores" são o motor de uma fina reflexão sobre a formação da literatura e da identidade nacional na Inglaterra. Nesses belos ensaios, Ginzburg está preo
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