O Poeta e o Tempo
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Marina Tsvetáeva fixou o olhar longamente, ao logo de toda a sua vida, sobre uma divindade aterrorizante: o tempo. «Dou ouvidos a algo que soa dentro de mim de maneira constante, mas não regular, dando-me ora indicações, ora ordens. Quando indica discuto; quando ordena obedeço». Esse «algo que soa» era a palavra de poesia. O tempo terroriza porque «ele só corre porque corre, corre para correr», mas «não corre para lugar nenhum»A palavra poética, que se pretende absoluta desde os grandes rom
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