Tempo de dentro
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O poema de abertura de Tempo de dentro dá as coordenadas da poética que norteará todo o livro. O momento epifânico, no bojo do qual nasce o poema, acontece dentro do mais simples cotidiano, é um "acaso-luz", como vai aparecer noutro poema mais à frente, em homenagem a Donizete Galvão. A palavra poética emerge de uma espécia de dentro do dentro, a fonte mais acalentada (e também silenciada) da interioridade subjetiva. Os restos da memória são como feijão catado que brotou. O poema se faz do recol
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