Maigret e o cliente de sábado
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"Certas imagens, sem razão, sem que queiramos, se agarram em nós, ficam de forma obstinada em nossa lembrança, embora mal tenhamos consciência de tê-las registrado e não correspondam a nada de importante. É assim que Maigret, anos mais tarde, poderia quem sabe reconstituir minuto por minuto, gesto por gesto, aquele fim de tarde sem história no Quai des Orfèvres. Primeiro o relógio de pêndulo em mármore negro, com ornamentos de bronze, no qual seu olhar pousou quando ele marcava 18h18, o que sign
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