A natureza à margem da lei
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Depois de Galileu, Bacon e Descartes, o homem moderno não se cansou de transformar a natureza, em beneficio da "supranatureza", do artefacto. Francois Ost mostra como a concepção do homem "dono e senhor da natureza", se inscreve até mesmo no código civil. As definições adquiridas do direito de propriedade interditam-nos de pensar, de maneira adequada, as noções do recurso ambiental ou de património comum. É preciso, portanto, repensar quer o direito, quer a natureza. Estamos em presença de uma v
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