Pedras de Calcutá
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Um homem se afoga em seu próprio corpo; borboletas voam da cabeça de um rapaz; um pai recebe cartas anônimas. Os contos da terceira coletânea de Caio Fernando Abreu (1948-96), de 1977, falam do absurdo nas vidas comuns. Em 1977, o escritor e dramaturgo Caio Fernando Abreu, então com 28 anos, organizava sua terceira coletânea de contos, Pedras de Calcutá. O livro assinalava a conclusão de uma trajetória pessoal de independência em relação ao estado natal (Caio ampliara sua carreira jornalística p
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