Fédor M. Dostoievski
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Tarde, bem tarde da noite, ele caminhava para seu escritório, levando nas finas mãos a matéria bruta do cotidiano. Logo, a madrugada soprava seus sortilégios e o operário de destinos opunha ao enigma da vida um outro enigma mais formidável: a transfiguração da dor em Arte. e então, depois de muito trabalhar e esculpir e ´polir, 'expunha a todos o cintilante rosto de humana com seus traços de espanto. Por esta razão, até hoje o operário de destinos chega a nós e diz: "Sou Fédor Mikhailovich Dosto
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