girassóis estendidos na chuva
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São tempos de represaEspera, este não é um poema imediatoestá ainda nascendo entre dentesamargando lábiospulsando na ponta da línguaAssim como o poema São tempos de represa, toda a poesia de Louise Queiroz é uma pausa, um hiato, um intervalo entre o dito e o não dito. É uma intenção de romper o silêncio, de prestar reverência àquilo que, antagonicamente, a paralisa e a põe em movimento. É uma tentativa de fala articulada no espaço da memória. É tempo em suspensão. É ar retido no peito. É imagem.
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