Fronteira
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No início dos anos trinta, Cornélio Penna era um artista plástico, cujo traço expressionista-goticizante ilustrava, em diversos livros e revistas, a literatura de amigos. Resolvendo lançar-se a aventura mais complexa, publicou, em 1935, o volume Fronteira, onde deixou a marca de sua estilização, instigantemente insólita, no texto e nos desenhos.A narrativa, em primeira pessoa, apresenta o tom introspectivo e a sequência descontínua de um diário. Este é atribuído a uma personagem anônima, identif
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