O doce luar da primavera
by
Guto Cruz
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About this book
De vez em quando eu me dispunha a rabiscar uns versos, verbos, verbetes. Eram curtos, sem muito conteúdo. Eu tentava, por vezes, escrever e descrever o que sentia, via e imaginava. Para falar a verdade, eu sentia, via e imaginava muito mais do que pudera escrever. Não tinha o dom, mas tinha vontade. Tinha necessidade.Todavia, a cada linha que percorria, aliviava-me a alma. Descarregara um peso que teimava em acumular. Com o tempo, tornava-se cada vez mais comum transferir meus pensamentos para o
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