Confissão de um Peregrino
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Não defendo a interpretação que dá margem para o homem salvar a si mesmo, nem uma explicação que faz dele um boneco inanimado, sem vontade própria. Fora do tabernáculo de Deus, preciso apelar para a própria responsabilidade do ouvinte. Mas, quando dentro, preciso apontar para a multiforme graça de Deus.Por meio de todos os objetos do tabernáculo, o Senhor nos mostra que ele nos salva. No altar, foi Ele que morreu por nós. Na bacia, foi Ele que nos lavou os pés. Como o candelabro, é Ele que ilumi
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