De punhos cerrados
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Eduardo tinha de domar a própria existência, do jeito que se doma uma fera. O rapaz tinha de impor-se à violência da nova vida que agora lhe havia sido imposta, antes que a própria violência o dominasse... Para isso, ele tinha de agir com os punhos cerrados, com a coragem de um jovem touro, de um garrote.
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