O Teatro da Morte
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Velhos bancos desgastados, um monte de livros ressecados que se desfazem em poeira, um W.C Sobre os bancos, velhos cujos olhares, depois gestos de autômatos, dizem apenas que ainda respiram com vida. Um dedo se ergue, seguem-se dois, três, depois toda uma floresta Lembranças de um passado. Velhos, e logo os seus duplos, os manequins das crianças que eles foram, imagens da morte, presença da matéria Quem está aí? Não somos nós, não seremos nós? Seres humanos? Manequins mais concretos, mais rea
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